MC Tuto é detido em Barueri por tentativa de homicídio após atropelamento

MC Tuto é detido em Barueri por tentativa de homicídio após atropelamento

O cantor de funk MC Tuto foi detido na madrugada deste sábado, 24 de janeiro de 2026, em Barueri. O caso foi registrado como tentativa de homicídio após o artista atropelar um pedestre por volta da meia-noite, dirigindo um Porsche. O veículo foi apreendido.

O acidente ocorreu na Avenida Guilherme Perereca Guglielmo, no centro de Barueri. Imagens obtidas pelo G1, gravadas por uma câmera acoplada ao capô do carro que registrava um videoclipe, mostram o momento do impacto. Suspeita-se que o equipamento possa ter bloqueado a visão do condutor. Após atropelar o jovem, o cantor parou o carro, aparentemente sem entender o que havia acontecido. Uma jovem o acompanhava no banco do passageiro.

A vítima foi identificada como Gabriel Luiz Berrelhas Alves. Ele sofreu fraturas nas duas pernas, nas costelas e fissuras no crânio. Em vídeo gravado pela mãe do jovem, ela mostra os danos no farol e no vidro do Porsche e questiona, inconformada: “Ele não estava correndo? Com uma Porsche desse jeito, arrebentada? Olha meu filho como ficou!”.

Justiça converte prisão temporária em preventiva

A Justiça converteu a prisão temporária de MC Tuto em preventiva. O advogado José Estevam Macedo Lima, que se apresenta como defensor do artista, divulgou uma nota em suas redes sociais. O texto informa que o cantor compareceu à audiência de custódia, onde a defesa apresentou seus esclarecimentos, mas a autoridade judicial optou pela manutenção da custódia. A decisão, segundo a nota, será reavaliada por meio das medidas processuais cabíveis.

A defesa argumenta que MC Tuto é primário, possui residência fixa, exerce atividade profissional lícita e sempre se colocou à disposição da Justiça. A nota afirma que o artista lamenta profundamente o ocorrido, manifesta solidariedade à vítima e a seus familiares e deseja sua pronta e plena recuperação. A assessoria jurídica reafirma o compromisso com a apuração responsável dos fatos e o princípio da presunção de inocência, uma vez que o caso ainda está em fase de investigação e não há condenação.

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