Deputado de SP Propõe ‘Estatuto da Internet’ para Blindar Nossas Crianças dos Perigos Ocultos nas Redes Sociais
Em um mundo onde as telas se tornaram extensões das mãos de nossas crianças, a preocupação com a segurança online nunca foi tão urgente para as famílias paulistas. Imagine o alívio de pais e mães sabendo que plataformas como TikTok, Discord e Kwai têm obrigações claras para proteger os pequenos de crimes digitais. É com essa empatia pelo dia a dia das famílias de São Paulo que o deputado estadual Rafa Zimbaldi (União Brasil-SP) protocolou o Projeto de Lei (PL) 1.336/2025, criando o Estatuto da Internet – uma lei estadual pioneira para salvaguardar crianças e adolescentes de violações no ambiente virtual.
Uma Proteção Integrada para o Futuro das Nossas Gerações
O projeto surge de uma escuta sensível às angústias reais: o bullying cibernético, o aliciamento e a disseminação de conteúdos abusivos que ferem a inocência infantil. Zimbaldi, que coordena a Frente Parlamentar de Combate à Violência em Ambiente Digital contra Crianças e Adolescentes na Alesp, enfatiza que “a expansão dos ambientes digitais criou um cenário de risco sem precedentes para menores de idade”. Essa iniciativa não é só legislação; é um abraço protetor às famílias que lutam para equilibrar diversão online e segurança.
Para as big techs, o estatuto impõe medidas concretas e humanizadas. Elas deverão oferecer canais de denúncia 24 horas, analisar e remover conteúdos ilícitos em até 24 horas após notificação, e interromper transmissões ao vivo que exponham atos contra menores. Além disso, algoritmos avançados detectarão riscos como exploração sexual, deepfakes infantis, chantagem e extorsão – ameaças que aterrorizam pais em todo o estado de São Paulo.
Obrigações Claras e Consequências Justas
Não para por aí. As plataformas terão que entregar relatórios semestrais sobre denúncias recebidas e comunicar imediatamente ao Ministério Público (MP) e ao Conselho Tutelar qualquer indício de crime, como a circulação de imagens íntimas ou perfis reincidentes. Quem descumprir? Enfrentará multas de até 2% do faturamento anual, com os recursos direcionados ao Fundo Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente – investindo diretamente no bem-estar das vítimas.
Essa proposta reflete o compromisso com a reparação: não só prevenir, mas identificar, enfrentar e curar as feridas causadas por violações em redes sociais, jogos online, streaming e metaversos. Para as comunidades de bairros como Pinheiros, Mooca ou periferias da capital, onde o acesso à internet é essencial para educação e lazer, o estatuto da internet para proteção de crianças significa empoderamento. É uma resposta coletiva ao medo, priorizando o desenvolvimento saudável de quem representa nosso amanhã.
Próximos Passos na Alesp
Protocolado em 13 de dezembro de 2025, o PL agora segue para análise nas Comissões Permanentes da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), antes de ir ao Plenário. Zimbaldi argumenta que essa é “uma política pública essencial para o presente e o futuro”, ecoando o clamor de educadores, psicólogos e famílias por mais proteção contra crimes digitais em São Paulo. Enquanto isso, incentive o diálogo em casa: converse com seus filhos sobre navegação segura e apoie iniciativas como essa.
Com empatia e urgência, São Paulo caminha para um ciberespaço mais justo. Porque toda criança merece brincar online sem medos ocultos.
Fonte: Assembleia Legislativa de São Paulo
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