FOI NAUNHA! LULA VENCE DISPUTA DRAMÁTICA NAS URNAS E CRIME DA ABSTENÇÃO FAZ VÍTIMAS NA DIREITA

FOI NAUNHA! LULA VENCE DISPUTA DRAMÁTICA NAS URNAS E CRIME DA ABSTENÇÃO FAZ VÍTIMAS NA DIREITA
Foto: © Paulo Pinto/Agência Brasil
SÃO PAULO — O povão prendeu a respiração até o último segundo de apuração no domingo! Em uma virada de tirar o fôlego que sacudiu o país de ponta a ponta, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) cravou a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno com 51,79% dos votos válidos (64.256.232 votos), deixando Flávio Bolsonaro (PL) no quase com 48,21% (59.826.041 votos).
Mas o verdadeiro escândalo que tá correndo de boca em boca na porta da seção eleitoral não é só a derrota do herdeiro do PL — é o exército dos sem-voto que resolveu lavar as mãos e ficar no churrasco!

A TRAGÉDIA DA ABSTENÇÃO: MILHÕES VIRARAM AS COSTAS E O TOMBO VEIO A JATO!

Enquanto a briga de foice no palanque pegava fogo, com troca de farpas e acusações pesadas na reta final, um contingente gigantesco de eleitores deu o orelha em pé e simplesmente NÃO APARECEU para apertar o confirma.
Entre votos nulos e brancos, foram mais de 4,1 milhões de eleitores que preferiram rasgar o título no lixo da história. E quando se soma a essa montanha a abstenção que já vinha assombrando o eleitorado desde o primeiro turno, o tiro saiu pela culatra justamente para quem apostava na raiva do povo!
O VEREDITO DAS RUAS:
A tática de tocar o terror, meter o pau nas instituições e incendiar a militância de direita com discurso radical acabou empurrando o eleitor mais moderado direto para o sofá! Em vez de ir pra fila sob sol estafante, a turma da dúvida preferiu cruzar os braços. E o resultado? A inércia cobrou o preço em ouro nas urnas da capital e do interior.

LULA LEVA NA BACIA DAS ALMAS E BRASÍLIA VIRA UM CALDEIRÃO

Se de um lado a militância petista caiu no samba nas avenidas comemorando a vitória apertada na bacia das almas, do outro o clima é de enterro e caça às bruxas nos bastidores do PL. O favoritismo e a frente numérica que as pesquisas mostravam na véspera derreteram na hora em que o mesário chamou o eleitor.
A pergunta que não quer calar nos botecos e nos corredores do Congresso é uma só: até quando a política do confronto vai continuar afugentando dezenas de milhões de brasileiros do direito sagrado de votar? Em 2026, quem decidiu o destino da nação não foi só quem votou — foi o silêncio ensurdecedor de quem preferiu não dar as caras!

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