Gestão que Cala, Cultura que Chora

Gestão que Cala, Cultura que Chora

Na praça da administração,
se planta esperança e futuro,
mas quando a gestão é falha,
o cenário fica escuro.
Recursos humanos perdidos,
sem preparo e sem estudo,
secretarias descompassadas,
fazem da arte um absurdo.

Quando o município não sabe
dialogar com o Estado,
nem com o Ministério da Cultura,
o povo fica isolado.
Projetos se perdem no vento,
editais ficam de lado,
e a riqueza da identidade
se transforma em fardo pesado.

A má gestão é como praga
que seca o chão da poesia,
desfaz o brilho dos palcos,
apaga a luz da alegria.
Sem planejamento e cuidado,
a cultura perde harmonia,
e o povo, sem referência,
se afasta da cidadania.

Mas quando a gestão é firme,
com visão e competência,
a cultura floresce forte,
gera renda e consciência.
O município ganha vida,
turismo e pertencimento,
a economia se aquece,
há trabalho e movimento.

Quem trata a cultura com zelo
colhe frutos de verdade:
mais inclusão, mais respeito,
mais orgulho da cidade.
Mas quem despreza esse campo,
perde memória e raiz,
perde jovens, perde futuro,
perde o direito de ser feliz.

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